Esplanada/propostas/Nota De Repúdio A Rede Globo (3abr2

27 Nov 2018 12:38
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<h1>As Melhores Dicas Pra Mitar Pela Rodada Do Cartola</h1>

<p>RESUMO Texto compila iniciativas de publica&ccedil;&otilde;es estrangeiras com vistas a frear a dissemina&ccedil;&atilde;o de not&iacute;cias falsas. Autor mostra que Facebook e Google, atores decisivos pro fen&ocirc;meno adquirir o vulto atual, financiam redes de checagem, apesar dos dividendos que auferem da leitura maci&ccedil;a de reportagens enviesadas. Em 8 de abril de 1984, o &quot;New York Times&quot; publicou a reportagem &quot;O imp&eacute;rio em expans&atilde;o de Donald Trump&quot;. Descrevia-se um evento esportivo no qual uma multid&atilde;o, incluindo &quot;alguns dos mais ricos, poderosos e conhecidos nova-iorquinos&quot;, cercava aos gritos o empres&aacute;rio, logo com trinta e sete anos, como se fosse &quot;estrela de rock&quot;.</p>

<p>Em sua vers&atilde;o distorcida, &quot;fake news&quot; ficou clich&ecirc; para numerosos governantes interessados em desmerecer o jornalismo cr&iacute;tico ou simplesmente palp&aacute;vel. Em recente entrevista ao Yahoo! News, tendo como exemplo, o ditador da S&iacute;ria, Bashar al-Assad, descartou como not&iacute;cia falsa o relat&oacute;rio da Anistia Internacional sobre isto assassinatos em pris&otilde;es de seu estado. O &quot;NYT&quot; se armou para o conflito com Trump e seus tu&iacute;tes, eles pr&oacute;prios uma refer&ecirc;ncia de falsidades. 15,5 milh&otilde;es) adicionais pra cobertura do novo governo.</p>
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<li>5 - Mantenha atualizado</li>

<li>Quando voc&ecirc; se interessou pelo t&oacute;pico decora&ccedil;&atilde;o/design</li>

<li>Otimize t&iacute;tulos de imagens, ALT e defini&ccedil;&atilde;o</li>

<li>Livro traz perfis das maiores musas da hist&oacute;ria do cinema</li>

<li>tr&ecirc;s Perguntas filos&oacute;ficas</li>

<li>oito Conven&ccedil;&atilde;o de nomenclatura/Desporto</li>

</ul>

<p>Desde sendo assim, tem publicado enunciados como &quot;Trump n&atilde;o vai retornar atr&aacute;s em sua inverdade sobre o assunto fraude eleitoral. Aqui est&atilde;o os dados&quot;. O di&aacute;rio tomou a frente pela rea&ccedil;&atilde;o institucional aos desmandos do presidente americano, contudo os outros 2 principais jornais do pa&iacute;s, &quot;The Washington Post&quot; e &quot;The Wall Street Journal&quot;, bem como adotaram cobertura obstinada, inclusive at&eacute; quando menos agressiva.</p>

<p>Evitam, como por exemplo, utilizar a frase &quot;inven&ccedil;&atilde;o&quot;. Neste instante se fala at&eacute; em &quot;briga de reportagem&quot; entre os grandes jornais americanos. A resposta n&atilde;o se restringe aos Estados unidos. Para tanto, segundo um editor irland&ecirc;s destacado no estudo, a m&iacute;dia de qualidade deve ser &quot;mais afirmativa sobre isso teu jornalismo e a respeito de como ele &eacute; feito, associar os valores que sustentam esse jornalismo&quot;.</p>

<p>No &quot;NYT&quot;, desde a elei&ccedil;&atilde;o de Trump, os an&uacute;ncios de assinatura levam frases como &quot;Verdade. &Eacute; vital para a democracia&quot;. O conflito contra as not&iacute;cias falsas por&ccedil;&atilde;o de apoio mais firme do que se pensava. Segundo levantamento do Centro de Pesquisas Pew (Estados unidos), 56% dos americanos consumidores de fato conseguem discernir a fonte da not&iacute;cia. Pro estudo, o repercuss&atilde;o &eacute; afirmativo e &quot;de forma especial consider&aacute;vel &agrave; luminosidade das not&iacute;cias fabricadas&quot;. A busca assim como mostra, por&eacute;m, que essa per&iacute;cia de identifica&ccedil;&atilde;o cai se a not&iacute;cia &eacute; acessada avenida rede social: 10% dos entrevistados chegaram a errar, apontando como fonte o Facebook, que n&atilde;o produz not&iacute;cias, s&oacute; as distribui.</p>

<p>&Eacute; mais uma indica&ccedil;&atilde;o de que o quest&atilde;o da prolifera&ccedil;&atilde;o de not&iacute;cias falsas est&aacute; nas plataformas de tecnologia, que instigam a elabora&ccedil;&atilde;o e o consumo de enunciados sensacionalistas e sem base. A solu&ccedil;&atilde;o, desta forma, n&atilde;o poder&aacute; partir s&oacute; das organiza&ccedil;&otilde;es jornal&iacute;sticas. Pela pol&iacute;tica, o fen&ocirc;meno chamou a aten&ccedil;&atilde;o na primeira vez com o &quot;brexit&quot;, o plebiscito que decidiu em junho de 2016 pela sa&iacute;da do Reino Unido da Combina&ccedil;&atilde;o Europeia. Evidenciou-se que a disposi&ccedil;&atilde;o das mentiras na campanha n&atilde;o se devia ao vil&atilde;o convencional -o magnata Rupert Murdoch, dono de jornais e canais de televis&atilde;o-, e sim &agrave; m&iacute;dia social de Mark Zuckerberg. De forma geral, segundo levantamento conjunto da Faculdade Columbia com o Instituto Nacional de Busca em Inform&aacute;tica e Automa&ccedil;&atilde;o, da Fran&ccedil;a, 59% dos hiperlinks compartilhados nas m&iacute;dias sociais n&atilde;o s&atilde;o sequer abertos por quem os compartilha. No coment&aacute;rio de um dos pesquisadores, &quot;as pessoas se afirmam mais dispostas a criar este artigo um texto do que a l&ecirc;-lo, formam opini&atilde;o baseada num sum&aacute;rio ou num sum&aacute;rio de um sum&aacute;rios&quot;.</p>

<p>Um modo peculiar do &quot;consumo contempor&acirc;neo de dado&quot;, em que a pr&aacute;tica de aten&ccedil;&atilde;o &eacute; cada vez pequeno. A quest&atilde;o tem forte vi&eacute;s financeiro e n&atilde;o se limita &agrave; rede social. Facebook e Google, plataformas que duopolizam a publicidade digital, abocanhando 68% do total nos Estados unidos, t&ecirc;m modelos de neg&oacute;cio que recompensam usu&aacute;rios e web sites que ajudem a levar tr&aacute;fego pros seus invent&aacute;rios.</p>

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